terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

DESENVOLVIMENTO COGNITIVO DA CRIANÇA PRÉ-ESCOLAR

  • Encontra-se no estágio pré-operacional.
  • Utiliza plenamente a capacidade simbólica. Distingue a imagem daquilo que ela significa.
  • Período de transição entre uma inteligência sem linguagens e conceitos (sensório-motor) e a inteligência representativa (operações concretas e formais).
  • Não segue um raciocínio lógico e não compreende conceitos abstratos.
  • A atenção não contempla dois objetos de uma só vez: centralização.
  • O pensamento pré-operacional é estático: capta estados momentâneos sem juntá-los em um todo.
  • A noção de tempo está relacionada as atividades diárias, não há compreensão de horas ou minutos.
  • Pode culpar-se por conflitos familiares ou por outros eventos completamente fora do seu alcance.
  • Não é capaz de estabelecer fronteiras entre os seus pensamentos e os pensamentos alheios.
  • O animismo consiste em crer que todas as coisas são vivas.
  • Aprende que a linguagem eficaz é imprescindível para o trato social e que seus conceitos não são comuns a todas as pessoas.

LINGUAGEM DO PRÉ-ESCOLAR



  • A criança só falará e entenderá aquelas linguagem a qual for exposta.

  • Forte participação dos mecanismos biológicos e sociais.

  • Todas as crianças seguem a mesma sequência de desenvolvimento.

  • Erros na articulação das palavras não devem ser incentivados, pois isso pode causar uma infantilização.

MOTRICIDADE DA CRIANÇA PRÉ-ESCOLAR


  • O desenvolvimento motor é um processo contínuo e pode ser categorizado como o desenvolvimento da locomoção, da postura e da preensão. A velocidade desse desenvolvimento varia de criança para criança. Pouco estímulo retarda o desenvolvimento e muito estímulo NÃO acelera o desenvolvimento.
  • O refinamento das capacidades motoras, depende, em grande parte, do desenvolvimento do músculos e dos tratos neurais.
  • Outros fatores que auxiliam o desenvolvimento são:
    • A inteligência inata (maior a inteligência, mais rápido ocorre o desenvolvimento);
    • Padrões familiares (atraso na fala e no controle dos esfíncteres);
    • O ambiente (falta de estímulo adequado);
    • Condições físicas (hipotonia ou surdez)
  • Percebe que as capacidades verbais são uma das maneiras de solucionar problemas e ajudar os outros.



CORTES TRANSVERSAIS

  • A partir do 3º ano, prefere estar com outras crianças, é generosa e está mais independente dos pais.
  • Seu equilíbrio está mais estático e dinâmico, conseguindo permanecer em posição ortostática (em pé) com os pés juntos por até 30 segundos.
  • Consegue realizar duas ou mais atividades ao mesmo tempo.
  • A coordenação motora reflete na capacidade de construir, copiar e segurar.
  • Nas habilidades sociais, a criança deve estar treinada para ir ao banheiro, compreender a noção de revezamento, brincar com outras crianças, lavar e secar as mãos, usar a colher e colocar os sapatos.
  • Aos 4 anos está sempre disposta a brincar, indica preferências. Instala-se a persistência motora. Fica em um pé, salta em um pé, desenha pessoas com duas partes e acrescenta três partes a um homem incompleto.
  • Mostra-se bem independente nas rotinas da vida doméstica.
  • A partir dos 4 anos, está apta para aprender um novo idioma, o que diminui após os 12 anos.
  • Aos 5 anos o controle motor está bem amadurecido. É capaz de usar a tesoura, pode estar andando de bicicleta, gosta de velocidade e desafios, prefere jogos associativos. A persistência motora se intensifica. Acrescenta 8 partes a um homem incompleto, conta até 10 e escreve o seu nome.
  • Veste-se sozinha, faz o laço do sapato, tem necessidade de praticar esportes, conta uma história longa, nomeia e conhece todas as cores, brinca de vestir-se como adulto (TUDO AOS 5 ANOS).
  • Aos 6 anos, instala-se a noção de direita e esquerda. Consegue andar para trás. Alterna movimentos de mão e pé direitos com os esquerdos.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

A CRIANÇA PRÉ-ESCOLAR

ASPECTOS GERAIS

  • A criança está na faixa etária dos 3 aos 6 anos.
  • No desenvolvimento as mudanças físicas são as mais marcantes - crescimento, amadurecimento neurológico e aquisição de habilidades (linguagem e socialização), tornando-a mais independente e com maior capacidade de exploração.
  • É capaz de expressar sentimentos complexos - amor, infelicidade, ciúme e inveja - de forma verbal e não verbal. Mas esses sentimentos são ainda muito auto centrados.
  • Preocupa-se intensamente em ter aprovação e aceitação das pessoas queridas de quem depende.
  • Deve estar pronta para entrar na escola. Domina as tarefas primárias de socialização - controla os esfíncteres, veste-se e alimenta-se sozinha, além de conseguir controlar suas lágrimas e ataques de raiva.
  • Ocorre o surgimento de sentimentos de vergonha e humilhação.
  • Começa a ter consciência da genitália e das diferenças entre os sexos. Brinca de médico e de enfermeira.
  • Demonstra grande ansiedade quanto a ferimentos corporais e doenças. Fase "band-aid".
  • Aos 4 anos é muito curiosa, pergunta tudo, brinca com as palavras, quer saber o significado, é questionadora, dá respostas longas para perguntas simples, aprova alguns comportamentos e outros critica, comenta seus desenhos. É o desabrochar da linguagem.
  • Aos 5 ou 6 anos, a criança consegue mocimentar-se com confiança para todas as direções. Já lava as mãos, o rosto, escova os dentes, sobe escadas com um pé em cada degrau, anda em triciclo e utiliza as mãos para pequenos movimentos (pegar e segurar).
  • As capacidades motoras e a sua estimulação estão relacionadas com a atitude dos pais. Pais muito exigentes ou detalhistas podem interferir negativamente.
  • Nessa idade (5 ou 6 anos) possui a coordenação visomotora para chutar e rebater bolas. É capaz de brincar construtivamente com outras crianças e gosta de blocos para montar.
  • Usa a linguagem eficientemente.

Fenômenos e Objetos Transicionais


A maioria das crianças possuem um objeto transicional (pedaço de pano, cobertor, travesseiro, cheirinho...), que recorrem quando precisam de algum consolo. Esse objeto parece representar um meio passo entre o apego consigo mesma e o apego com o mundo externo.

Algumas crianças se negam a dar certos passos por medo de não estarem preparadas e por acharem esses passos muito mais problemáticos do que prazerosos.

A criança tem medo de perder o amor dos pais se não fizerem o que eles pedem, isso pode causar alguns problemas como ansiedade de separação, transtornos do sono e temores inexplicáveis.

A criança aprende que pode viver momentos difíceis e superá-los. Isso ocorre por meio do vínculo afetivo entre os pais e a criança, que vai internalizando a função de apoio, levando dentro de si a proteção dos seus pais.




QUEM É

(clique no nome para conhecer a sua biografia)


O Objeto Transicional na visão de WINNICOTT:


  • É a área intermediária entre o subjetivo e o objetivo; entre satisfações auto-eróticas e relações objetais.

  • O objeto, geralmente macio, adquire importância, sendo assim, o bebê recorre a este objeto em situações de angústia.

  • Os objetos são pré-simbólicos.

  • Destino do objeto = esquecimento, abandonado progressivamente (a criança não o esquece, mas também não chora por ele).

  • É sobre esta base que se constrói o pensamento simbólico, pois o objeto transicional é a primeira coisa que no bebê já está representando simbólica e subjetivamente a outra coisa.

  • O objeto auxilia na capacidade de espera, tolerância à frustração, reunião com a mãe que não está - ocupa o lugar dela - mas JAMAIS a substitui.

FENÔMENOS TRANSICIONAIS

São mais amplos que os objetos, pois se espalham por todo o território intermediário entre a realidade psíquica interna e o mundo externo (criações artísticas, música, etc.).

Usa-se o termo TRANSICIONAL, não por causa do objeto, mas por causa do uso que se faz dele.



quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Desenvolvimento Emocional e Social

  • Nessa fase a criança começa a conciliar o impulso de ser competente e auto-suficiente com a intensa necessidade de ser querida e protegida por seus pais.
  • Os pais devem ter uma atitude compreensiva e estimulante, pois isso gera a autoconfiança necessária para buscar novos horizontes.
  • Ocorre o afastamento da união simbiótica (a criança percebe que não irá perder a mãe) com a mãe.
  • Fase da constância do objeto = A criança é capaz de manter a representação mental da mãe, mesmo estando longe dela.
  • A idade de 3 anos é a fase adequada para o ingresso da criança na escola maternal. A mãe pode ser substituída sem prejuízos no processo "separação-individuação".

INDIVIDUAÇÃO

São as tentativas do bebê de formar uma identidade individual única para assumir suas próprias características individuais.
Ela acarreta o desenvolvimento de uma representação interior da mãe, uma noção de tempo, uma capacidade de testar a realidade e uma consicência de que os outros possuem uma existência separada em relação à criança.
Possui 4 subfases observáveis e sobrepostas:

  1. Diferenciação = volta a sua atenção para o mundo exterior.
  2. Treinamento = a criança começa a mover-se para longe da mãe (locomoção).
  3. Reaproximação = a criança consegue separar-se e alcançar sua individualidade definitiva (com 18 a 36 meses).
  4. Constância do Objeto = os objetos não deixam de existir porque foram retirados do seu campo de visão (vital para o desenvolvimento do ego e da constância objetal emocional).

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Desenvolvimento Cognitivo e Linguistico

  • Aos dois anos, a criança já fala em torno de 200 palavras, e no início do terceiro ano, ocasialmente, usa frase curtas. Aos três anos, a maioria das crianças fala razoavelmente bem, é capaz de contar uma história simples.
  • A criança está adquirindo maior iniciativa e luta para fazer cada vez mais coisas por si própria, mas continua dependente da mãe ou de alguém que a compreenda verbalmente.
  • O desenvolvimento da linguagem depende muito dos pais, particularmente da mãe. A criança possui uma dependência muito grande da mãe para o entendimento verbal, ocorrendo muitas vezes a criação de uma linguagem entendida só pelos dois.
  • O pensamento da criança, nesse período, é egocêntrico. Isso ocorre porque a criança considera que o seu próprio ponto de vista como o único possível. Ela é incapaz de compreender que certos fenômenos são reversíveis.
  • Aos dois anos, desenvolve um senso de identidade de gênero, mas a identidade sexual só será adquirida na adolescência. Adquire, também, um senso de individualidade e autonomia. Reconhece a si própria no espelho. Incorpora as palavras "eu" e "meu" e usa seu próprio nome para falar de si mesma. Ocorre uma preocupação com o seu corpo, pois passa a reconhecer como algo próprio.
  • É capaz de simbolismo (o brincar de faz de conta). Durante o segundo ano, manipula objetos para reproduzir atos observados nos adultos (imitação / papai e mamãe / casinha).
  • Por volta dos 18 meses, fica inibida na frente de outras crianças, mas aos 2 anos essa reação começa a desaparecer. Aos 3 anos, já consegue se engajar em brincadeiras e usa outras crianças como modelos.
  • A criança fica interessada em explorar violações de regras adultas e eventos que provocam desaprovação nos outros. É o começo de seu senso moral de certo ou errado.

Desenvolvimento Neuropsicomotor das crianças de 1 a 3 anos


  • Entre um e três anos é que a criança aprende a caaminhar sem ajuda. Se consolida entre os 18 e 30 meses. Esse amadurecimento tem como tarefa a de integrar a emoção de explorar o mundo sem a ajuda dos pais, com a sensação de proteção e segurança que deriva da presença deles.
  • É nessa fase que ocorre o treinamento do controle dos esfíncteres, e são necessárias 3 exigências:
    • Deve ser capaz de controlar seu esfíncter anal e uretral. O controle vesical vem antes do controle anal (15 e 30 meses).
    • A criança deve ser capaz de adiar a vontade logo que sente o impulso.
    • A criança precisa dar um aviso a um adulto sobre a vontade de ir ao banheiro.
        PS: AO CLICAR NO TÍTULO DESSA POSTAGEM, O MESMO IRÁ LEVAR A UMA APOSTILA PUBLICADA PELO MINISTÉRIO DA SAÚDE SOBRE O DESENVOLVIMENTO NEUROPSICOMOTOR DE CRIANÇAS.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

A CRIANÇA DE 1 A 3 ANOS

  • É ousada e se aventura constantemente. Tem o dom de viver o momento e de maravilhar-se com o cotidiano. É caprichosa, imprevisível e seu comportamento pode ser difícil de compreender e de lidar.
  • Segundo e terceiro ano são caracterizados pela aceleração do desenvolvimento motor e intelectual. Fase crítica para o estabelecimento da confiança básica no "eu" e do senso de iniciativa. Reconhece que os pais são pessoas separadas dela, mas ainda existe uma certa ansiedade.
  • O período de locomoção é o estágio da autonomia X vergonha e dúvida.
Durante o 2º e 3º ano de vida, a criança adquire autonomia, ela aprende a comer sozinha, a controlar o esfíncter anal e a fala.
A fase anal é uma fase marcada por uma dupla oposição, um duplo conflito: por um lado passividade - atividade (evacuar / agradar), por outro, submissão - dominação (reter / agradar).

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

O MUNDO DA CRIANÇA

"A educação da criança pequena envolve simultaneamente dois processos complementares e indissociáveis: educar e cuidar. As crianças dessa faixa etária, como sabemos, têm necessidades de atenção, carinho, segurança, sem as quais elas dificilmente poderiam sobreviver. Simultaneamente, nesta etapa, as crianças tomam contato com o mundo que as cerca, através das experiências diretas com as pessoas e as coisas deste mundo e com as formas de expressão que nele ocorrem. Esta inserção das crianças no mundo não seria possível sem que atividades voltadas simultaneamente para cuidar e educar estivessem presentes".
(EDUCAÇÃO INFANTIL PRA QUE TE QUERO? - Carmem Craidy e Gládis E. Kaercher - Ed. Artmed - 2001)


A CRIANÇA DE 0 A 3 ANOS



GRAVIDEZ:

  • Ocorre a ruptura da relação única do casal, pois agora existe uma 3ª pessoa nessa relação - o bebê.

  • Ocorre uma relação muito íntima entre feto e a mãe. O bebê sente o que a mãe sente.

  • Durante a gravidez, o filho já possui uma vida imaginária, um destino marcado pelos pais.
OS PRIMEIROS MESES DE VIDA:

  • O recém nascido mostra uma nítida preferência pelo visual de rostos humanos.

  • Desde as primeiras horas é capaz de olhar e até mesmo voltar a cabeça em direção ao som.

  • A voz humana é capaz de provocar sorrisos, muito mais do que outros sons. Isso ocorre principalmente com o som da voz da mãe.

  • O bebê é capaz de distinguir o cheiro do seio de sua mãe com o de outra mulher.

  • Sente os 4 sabores primários (doce, salgado, ácido, amargo), mas a sua preferência é pelo doce. A audição já perceptível a partir do 5º mês de gestação. Em relação ao olfato, o mesmo já é idêntico ao de um adulto.

  • Nos primeiros dois meses, sua tolerância é limitada com relação aos estímulos sociais. Possui um estado de alerta silencioso por curtos períodos de tempo.

  • A motricidade mais conhecida é do tipo "reflexo"; - sucção (língua), pontos cardeais (orientação em direção ao estímulo).

  • Com dois meses, os ciclos de sono e atividade estabilizam-se os padrões motores mais maduros e a visão mais expandida.

  • Sono = A mãe influencia profundamente a regulação dos estados de vigilância do bebê (são 6 os estados de vigilância: sono calmo, sono REM, sonolência, alerta quieto, alerta ativo e choro). Os estados de vigilância não são somente realidades neurobiológicas, mas também verdadeiras "mensagens" para os pais.

  • O temperamento (diferenças comportamentais) do bebê que é inato e primitivo parece ser biologicamente determinado e é relativamente estável durante os anos pré-escolares, podendo influenciar o desenvolvimento da criança. As diferenças comportamentais são: irritabilidade, consolabilidade, capacidade do bebê de se auto acalmar, intensidade da atividade motora e de sucção nas mamadas. Essas características sãao diferenciadas em cada bebê.

  • Importância do contato de pele entre mãe e bebê desde os primeiros momentos, para que haja um bom desenvolvimento e ajuda na elaboração da perda.

  • O aleitamento no peito, constitui uma das modalidades essenciais da interação mãe-bebê. O bebê não é passivo nessa situação, pois ele intervém na sucção do mamilo, além de se acomodar com movimentos ativos contra o corpo da mãe.

  • ORGANIZADORES PSÍQUICOS = São os sinais que indicam que o bebê atingiu um certo grau de organização interna.

    • Sorriso Social - 2 ou 3 meses = há uma intencionalidade dirigida, ligada aos afetos.

    • Ansiedade ante estranhos - 7 e 8 meses = ligado à ausência da mãe. O bebê desenvolve a capacidade de organizar na memória os fatos e as pessoas do ambiente.

    • Aquisição da Negação - 11 e 13 meses = aumento da autonomia

  • Entre o 3º e o 4º mês ocorrem as mudanças fundamentais na mente e no corpo do bebê. Já conhece a mãe, a ama e a rechaça.

  • Aos 4 meses, inicia-se a atividade lúdica. Capaz de controlar seus movimentos, coordenar o movimento com os olhos e já pode tocar nos objetos com as mãos. Brinca com seu corpo e com os objetos, desaparece através do lençol (são as primeiras experiências de separação).

  • A primeira tentativa de expressão verbal é a produção de sons e a repetição dos mesmos, a escuta e a mudança da sua expressão.

  • Com 4 a 6 meses, o bebê é capaz de sentar. Já consegue se apoderar do que necessita. Reclama com urgência incontrolável a presença dos pais. Chora e fica com raiva quando não é aatendido.

  • O pior medo é o da separação. Sofre verdadeiras depressões.

  • Surge os dentes.

ALGUNS TEÓRICOS DA EDUCAÇÃO III

  • ANTON MAKARENKO (1888-1939) = O mestre ucraniano concebeu um modelo de escola baseado na vida em grupo, na autogestão, no trabalho e na disciplina, contribuindo para a recuperação de jovens infratores.
  • CÉLESTIN FREINET (1896-1966) = O educador francês desenvolveu atividades hoje comuns, como as aulas-passeio e o jornal da classe, e criou um projeto de escola popular, moderna e democrática.
  • JEAN PIAGET (1896-1980) = O cientista suíço revolucionou o modo de encarar a Educação de crianças ao mostrar que elas não pensam como os adultos e constroem o próprio aprendizado.
  • LEV VYGOTSKY (1896-1934) = A obra do psicólogo ressalta o papel da escola no desenvolvimento mental das crianças e é uma das mais estudadas pela pedagogia contemporânea.
  • ANÍSIO TEIXEIRA (1900-1971) = O educador propôs e executou medidas para democratizar o ensino brasileiro e defendeu a experiência do aluno como base do aprendizado.
  • CARL ROGERS (1902-1987) = Para o fundador da terapia não-diretiva, a tarefa do professor é liberar o caminho para que o estudante aprenda o que quiser.
  • B.F.SKINNER (1904-1990) = Para o psicólogo behaviorista norte-americano, a Educação deve ser planejada passo a passo, de modo a obter os resultados desejados na "modelagem" do aluno.
  • FLORESTAN FERNANDES (1920-1995) = O sociólogo não só refletiu sobre a escola brasileira, apontando seu caráter elitista, como também atuou pessoalmente em defesa da Educação para todos.
  • PAULO FREIRE (1921-1997) = O mais célebre educador brasileiro autor da Pedagogia do Oprimido, defendia como objetivo da escola ensinar ao aluno a "ler o mundo" para poder transformá-lo.
  • EDGAR MORIN (1921) = Sociólogo francês propõe a religação dos saberes com novas concepções sobre o conhecimento e a Educação.
  • MICHEL FOUCAULT (1926-1984) = Por meio de uma análise histórica inovadora, o filósofo francês viu na Educação moderna atitudes de vigilância e adestramento do corpo e da mente.
  • EMILIA FERREIRO (1936) = A psicolinguista argentina desvendou os mecanismos pelos quais as crianças aprendem a ler e escrever, o que levou os educadores a rever radicalmente seus métodos.
  • HOWARD GARDNER (1943) = A idéia de que existem várias aptidões além do raciocínio lógico-matemático, apresentada pelo psicólogo, causou grande impacto nos meios pedagógicos.